Como todos já
devem saber, no dia 20 desse mês iremos comemorar o dia da consciência negra e
nada mais justo que estrear o Blog falando sobre isso.
Nós brasileiros temos descendência africana e mesmo as vezes
não tendo consciência, nós herdamos muitos costumes deles, a começar pela
música, chamada de Black music ou música afro-brasileira, que é como é mais
conhecida aqui no Brasil.
Os negros foram responsáveis pela criação de vários estilos
musicais que estamos acostumados a ouvir, sendo alguns deles o Reggae, Blues,
Electro, Freestyle, Jazz, Funk, Soul, Hip Hop, Rap, Pop, Rock and Roll entre
outros.
A música era pra eles uma forma de expressar suas
necessidades ignoradas pela sociedade,
que até hoje mantém preconceito com sua cor e seus costumes, embora boa parte
já saiba que ambos, assim como nós tem os mesmos direitos.
Hoje em dia, o gêneros musicais criados por negros , tem
sido cantado e representado também por muitos artistas brancos, mostrando assim
que isso é simplesmente uma questão de gosto e opinião. A música serviu para a
cultura negra como uma fonte de conectividade, comunicação e protestos, assim
como acredito que hoje em dia também acontece.
Agora vamos falar sobre outro aspecto da cultura dos negros
e um dos argumentos mais utilizados por racistas: A religião de muitos
africanos, o Candomblé. Maioria das pessoas retrata a religião deles como
“macumba” entre outros termos ofensivos sem nem ao menos ter conhecimento e
respeito no que eles acreditam. Obviamente pessoas com esse tipo de pensamento
não param pra se colocar no lugar dos que estão julgando e logicamente não
iriam gostar de ter seus costumes e sua religião criticados, portanto, o que
deveria ser feito era ter conhecimento de suas crenças e acompanhar de perto o
que eles respeitam antes de julgar algo simplesmente por que quer ser notado
usando argumentos que todos estão acostumados a dar.
Eu pessoalmente, acredito que ambos somos iguais
independentemente de nossa cor, religião e
condição social ou política e que os negros merecem ser respeitados
tanto quanto nós, pois ambos descendemos uns dos outros e valemos muito mais
que as características superficiais que boa parte da sociedade leva em conta.
Tentando conscientizar e entender um pouco mais a mente de
muitos jovens e alunos, organizamos uma pequena reportagem sobre suas opiniões
sobre a cultura afro-brasileira e o que acham do preconceito que ainda existe
nos dias atuais:
Oliviene Marcelino.
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